apoio.digital

Candidatos e equipes de campanha

Sua militância já
trabalha. Falta enxergar.

A campanha sabe quantas pessoas foram ao comício e quantas curtiram o post. Não sabe quem, dentro da base, está de fato trazendo gente — nem quantas pessoas chegaram por causa de uma única apoiadora numa cidade do interior. É esse pedaço que o apoio.digital mostra.

Leia antes de seguir A plataforma é neutra por exigência jurídica, não por diplomacia. Ela está aberta a apoiadores de qualquer candidatura, inclusive adversárias, ao mesmo tempo. Comitê que precisa de exclusividade não é atendido aqui — e a razão está explicada logo abaixo.

Painel do comitê

O que a campanha enxerga.

O dado é do apoiador, não da plataforma e não da campanha. Isso define exatamente onde a régua cai.

Números agregados

Total de apoiadores declarados, distribuição por cidade e por estado, curva de crescimento ao longo da campanha. Sem nome, sem contato — é o retrato de onde a rede está pegando e onde não está.

Quem mais mobiliza

Os apoiadores que mais trazem gente, com o consentimento deles. É a informação que a coordenação nunca teve: em quem vale a pena investir tempo, material e atenção.

Contatos de quem autorizou

Nome e telefone apenas de quem marcou, no cadastro, a autorização específica de compartilhar o contato com a campanha que apoia. É uma caixa opcional, que nasce desmarcada e pode ser desfeita.

O que a campanha nunca enxerga.

  • A base inteira Não existe exportação da base de apoiadores, nem por contrato, nem por pedido, nem mediante pagamento. Quem não autorizou o compartilhamento aparece só dentro dos números agregados.
  • Apoiadores de outra candidatura Cada comitê vê apenas quem declarou apoio a ele. A plataforma atende adversários ao mesmo tempo e nenhum enxerga o outro.
  • Uma ferramenta de disparo Não há envio em massa a partir do painel — nem para quem autorizou o contato. Disparo em massa de conteúdo eleitoral é proibido, e a plataforma não fornece o gatilho.
  • Intenção individual O que a plataforma registra é declaração pública de apoio, dada por quem quis dar. Não é pesquisa, não é apuração e não permite inferir o que uma pessoa faz na urna, que é secreto.

Regras

Três pontos que a coordenação precisa saber.

Nada disso é letra miúda: são as condições que fazem a ferramenta ser utilizável numa campanha sem virar apontamento depois.

1

A contratação é onerosa, e tem que ser

Software cedido de graça a uma campanha é doação de pessoa jurídica — vedada. Por isso o acesso do comitê é vendido a preço de mercado, contra o CNPJ de campanha, com nota fiscal, para entrar na prestação de contas como despesa comum. Não existe cortesia, período de avaliação gratuito nem permuta — a tarifa é pública e igual para todo mundo.

2

Página de campanha é endereço eletrônico

Se o comitê adotar um endereço da plataforma como canal oficial, ele precisa constar entre os endereços eletrônicos informados à Justiça Eleitoral no registro da candidatura. A obrigação é da campanha; entra no roteiro de implantação para não passar batido.

3

Nada de vantagem para quem mobiliza

Os marcos que o apoiador conquista são simbólicos e assim permanecem. Não é possível — nem sob encomenda — atrelar dinheiro, desconto ou qualquer bem de valor a quem traz gente. Oferecer vantagem em troca de apoio eleitoral é crime, e o risco seria da candidatura.

As referências completas estão nos Termos de Uso e na Política de Privacidade. Nenhum texto desta página substitui a orientação do advogado eleitoral da campanha — leve estes pontos para ele antes de decidir.

Tarifa

O preço é público, e é o mesmo para todo mundo.

Não há proposta sob consulta, desconto de lançamento, permuta nem exclusividade. A faixa de uma candidatura é o cargo dela. Contratação até 20/09/2026; depois disso vale a fórmula publicada abaixo, que devolve o mesmo número para qualquer candidatura na mesma data.

Faixa Cargo 1º turno 2º turno Do teto de gastos
1Local Deputado estadual
Deputado distrital
R$ 1.599 não há 0,126%
2Estadual proporcional Deputado federal R$ 2.399 não há 0,075%
3Majoritária estadual Senador
Governador
R$ 4.999 + R$ 2.499
só Governador
0,112%
4Nacional Presidente R$ 12.999 + R$ 6.499 0,015%
O cheque maior não compra um dado a mais. A lista nominal consentida é idêntica nas quatro faixas — ninguém que autorizou uma candidatura fica atrás de um plano mais caro. O que varia entre elas é cadência de entrega, quantas pessoas do comitê recebem, horas de implantação e prazo de resposta do suporte.

O que entra em todas as faixas

Total de apoios declarados à candidatura; curva por dia; distribuição por UF e por cidade — cidade com menos de três pessoas entra somada numa linha única, sem parâmetro para desligar; e a lista nominal (nome, telefone, cidade) apenas de quem marcou a autorização citando esta candidatura, em HTML e em CSV, com marca d'água por CNPJ e registro de auditoria de cada geração.

Como o preço foi calculado

Pelas horas de trabalho que servir cada faixa consome, e não pelo teto de gastos do cargo nem pelo tamanho do caixa da campanha. São 5,1 h na Faixa 1 e 40,6 h na Faixa 4, à mesma taxa horária — as quatro faixas fecham entre R$ 262 e R$ 282 por hora. É preço de fornecedor novo entrando no mercado, e a memória de cálculo vai anexa ao contrato.

Depois de 20/09

preço da faixa × (entregas restantes ÷ entregas totais), com piso de 60% da faixa. É fórmula, não desconto: o mesmo número sai para qualquer candidatura na mesma data. Sem mensalidade e sem renovação automática — uma nota fiscal, um lançamento na prestação de contas.

Preço único nacional: Governador paga o mesmo em São Paulo e em Roraima, porque o escopo entregue é idêntico. A contratação é contra o CNPJ de campanha, com nota fiscal — sem registro deferido não há CNPJ de campanha, e sem CNPJ de campanha não há venda. Pagamento de pessoa física não é aceito, porque não poderia ser declarado.

Cadastro

Conte da sua campanha.

O painel do comitê está no ar. O acesso é liberado manualmente, uma candidatura por vez, depois do contrato — não há autoatendimento, e é de propósito: é o que impede uma conta qualquer de abrir a base de apoiadores de outra campanha. Cadastrar não gera custo nem compromisso.

Guardamos só o que está neste formulário, para esta conversa. Não pedimos filiação partidária de quem preenche, não repassamos este cadastro a ninguém e você pode pedir a exclusão a qualquer momento.

Perguntas

O que as campanhas perguntam.

Vocês atendem meu adversário também?

Sim, se ele contratar. E é isso que protege as duas campanhas: uma ferramenta dedicada a uma única candidatura é despesa dela, com todo o risco regulatório junto. Como infraestrutura aberta, a plataforma é fornecedor comum — como a gráfica e o provedor de hospedagem, que também atendem os dois lados.

Conseguimos a lista de todos os apoiadores?

Não como lista. Desde 24/08/2026 a autorização de compartilhar o contato é condição para se cadastrar, então quem entra a concede — e pode desfazê-la a qualquer momento, saindo do painel na hora seguinte. Quem se cadastrou antes disso só aparece se tiver autorizado por vontade própria; os demais existem só nos números agregados. Não é configuração de plano: venda e cessão de base de contatos é vedada por lei, com multa de R$ 5.000 a R$ 30.000.

Dá para disparar mensagem para a rede?

Não pela plataforma. Cada apoiador convida os contatos dele, do aparelho dele, um a um — é o que a legislação permite como manifestação pessoal. Qualquer automação de envio em massa seria infração, e a plataforma não tem esse recurso para ser ativado.

Quanto custa?

O valor varia com o cargo disputado, e é informado a quem se cadastrar, antes de qualquer compromisso. O que não varia é a forma: contrato oneroso, a preço de mercado, contra o CNPJ de campanha e com nota fiscal, para entrar na prestação de contas.

E ela não é só uma promessa de página: a ferramenta que libera o acesso recusa uma liberação sem CNPJ, sem nota fiscal ou com valor zero.

Podemos começar agora?

Pode. O cadastro do apoiador funciona e o painel do comitê está no ar. O caminho é este, na ordem: você se cadastra aqui, a gente conversa sobre o valor do seu cargo, o contrato é fechado contra o CNPJ de campanha com nota fiscal, e só então o acesso é liberado para o e-mail que você indicar.

A liberação é feita à mão, uma candidatura por vez. É o passo em que se confere que o pagamento veio mesmo do CNPJ de campanha — sem isso, a contratação não entra na prestação de contas, e o problema seria seu, não nosso.